IMPRENSA REBELDE

O que percebemos nos últimos dias é uma rebelião de alguns órgãos de comunicação e de alguns apresentadores de programas locais, contra o governo municipal. O jornalista Conor Farias chegou a usar uma reportagem do jornal Expresso 222 - dando mais publicidade ao assunto do cheque sem fundos recebido pela Câmara Municipal - para atingir o governo tucano. Segundo algumas fontes, o famoso faz-me-rir estaria há quatro meses sem irrigar as hortas dos apresentadores e jornalistas.

3 Response to "IMPRENSA REBELDE"

  1. Anônimo says:

    É mais uma greve no Governo Madeira. GREVE DA IMPRENSA. E vem junto com a greve da educação.


    José

    Este Conor Farias não tem parelha mesmo!

    Sem querer defender político algum, acho que qualquer matéria, escrita, falada ou televisada tem de, antes de qualquer coisa, ser observada as suas origens. Ou seja, de onde está partindo, isto é, de qual veículo de comunicação, de qual jornalista e, sobretudo, os interesses em volta dela.

    Pois bem, esta é, sem dúvida, independentemente de sua veracidade, uma matéria sem credibilidade.

    Senão vejamos:

    Primeiro, jogada ao ar pelo que há de pior em matéria de jornalismo: Conor Farias.
    Segundo, dando ênfase a uma matéria de um tal Jornal Expresso 222, cujo proprietário, assim como o pseudojornalista anteriormente citado, todos conhecem suas origens e seu ‘modus operandi’.

    Bem, mas voltando ao primeiro, quero registrar a minha indignação pela sua falta de respeito com a legislação, bem como a leniência dos órgãos constituídos da justiça.

    O dito cujo, no afã de fazer propaganda de um certo candidato a Deputado Estadual, está usando uma metodologia em seu programa para tentando driblar a Legislação Eleitoral. Ou seja, levando pessoas insatisfeitas com alguma prestadora de serviço, tais como, Bancos, Cemar e depois de contar a história no ar ele encaminha o cliente para o escritório do referido candidato, inclusive citando o nome dele inúmeras vezes.

    Alô, alô Ministério Público!!!

    Dias atrás vi um comentário de um leitor (em um determinado blog) se referindo exatamente ao Conor. Ele se reportava a ele como: ‘o fedorento do Conor Farias’.

    Vou fazer uma revelação bastante deselegante, mas como gente dessa estirpe não merece respeito, vamos ao fato:

    Eu já estou a caminho dos vinte e cinco anos que resido nesta maravilhosa cidade, vez por outra ouvia alguém falar que o referido jornalista era mal cheiroso. Pois bem, mais ou menos seis anos atrás, após uma daquelas peladas no Juçara Clube, era de praxe depois ter o churrasco e a cerveja. Em um desses pós-jogo, a turma batendo papo, alguém se referiu ao Conor. Foi quando outro amigo nosso (muito conhecido na cidade) nos falou que certo dia ele teria entrado em seu escritório e quando o referido saiu foi obrigado pôr bom ar.

    Conor, vou te dar um conselho: vá tomar banho com sabão caseiro, daqueles feito a base de soda, muita soda, pra ver se sai um pouco da tua catinga. Principalmente a catinga moral. Tenho dito!

    Este Conor Farias não tem parelha mesmo!

    Sem querer defender político algum, acho que qualquer matéria, escrita, falada ou televisada tem de, antes de qualquer coisa, ser observada as suas origens. Ou seja, de onde está partindo, isto é, de qual veículo de comunicação, de qual jornalista e, sobretudo, os interesses em volta dela.

    Pois bem, esta é, sem dúvida, independentemente de sua veracidade, uma matéria sem credibilidade.

    Senão vejamos:

    Primeiro, jogada ao ar pelo que há de pior em matéria de jornalismo: Conor Farias.
    Segundo, dando ênfase a uma matéria de um tal Jornal Expresso 222, cujo proprietário, assim como o pseudojornalista anteriormente citado, todos conhecem suas origens e seu ‘modus operandi’.

    Bem, mas voltando ao primeiro, quero registrar a minha indignação pela sua falta de respeito com a legislação, bem como a leniência dos órgãos constituídos da justiça.

    O dito cujo, no afã de fazer propaganda de um certo candidato a Deputado Estadual, está usando uma metodologia em seu programa para tentando driblar a Legislação Eleitoral. Ou seja, levando pessoas insatisfeitas com alguma prestadora de serviço, tais como, Bancos, Cemar e depois de contar a história no ar ele encaminha o cliente para o escritório do referido candidato, inclusive citando o nome dele inúmeras vezes.

    Alô, alô Ministério Público!!!

    Dias atrás vi um comentário de um leitor (em um determinado blog) se referindo exatamente ao Conor. Ele se reportava a ele como: ‘o fedorento do Conor Farias’.

    Vou fazer uma revelação bastante deselegante, mas como gente dessa estirpe não merece respeito, vamos ao fato:

    Eu já estou a caminho dos vinte e cinco anos que resido nesta maravilhosa cidade, vez por outra ouvia alguém falar que o referido jornalista era mal cheiroso. Pois bem, mais ou menos seis anos atrás, após uma daquelas peladas no Juçara Clube, era de praxe depois ter o churrasco e a cerveja. Em um desses pós-jogo, a turma batendo papo, alguém se referiu ao Conor. Foi quando outro amigo nosso (muito conhecido na cidade) nos falou que certo dia ele teria entrado em seu escritório e quando o referido saiu foi obrigado pôr bom ar.

    Conor, vou te dar um conselho: vá tomar banho com sabão caseiro, daqueles feito a base de soda, muita soda, pra ver se sai um pouco da tua catinga. Principalmente a catinga moral. Tenho dito!

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