POLÍCIA

Polícia para quem precisa de polícia...
Um fato ocorrido no sábado envolvendo policiais militares nos deixa preocupado com a atuação dos agentes da lei, que no exercício de suas funções se excedem e colocam em risco a integridade física de pessoas que não oferecem risco à sociedade. No sábado, atendendo a um reclamação de que algumas pessoas estariam infringindo a lei do silêncio, policiais invadiram a casa de uma estudante, sacaram arma, empurraram e agrediram pessoas indefesas e potencialmente inofensivas. Vários participantes da festa foram detidos, dentre as quais uma estudante de Serviço Social e o professor Claudino - que foi agredido por um policial civil e faz hoje exame de corpo delito, para representar contra o estado e contra o agente. Mais detalhes no blogue do professor Carlos Hermes.

25 Response to "POLÍCIA"

  1. Mais uma situação criada por universitários da grande imperoza, desrespeitando dessa vez a lei do silêncio, desacatando e etc..etc..
    Se os dois agentes da lei foram até a casa dessa estudante, certamente alguém ligou para o serviço 190 e daí a polícia se fez presente. Truculência...será que realmente houve, os "universitários" e o restante dos envolvidos, importaram-se com o barulho que estariam fazendo naquelas altas horas da madrugada. Certamente estavam ingerindo bebidas alcoólicas e ouvindo em alto som os forrós rotineiros não se importando com as crianças, idosos e os trabalhadores que aproveitam o feriado ou os fins de semana para descansar.
    Belos e malditos universitários temos em impera city.

    P.S. vai postar o comentário. se não o fizer vai parecer o que imagino....parcial demais.

    vaguinho says:

    todos tenho o direito de expresar o que pensar mais vc ta completamente equivocado,por isso q a sociedade esta como esta,por preconceitos de que universitários são baderneiro,queria ver só se fosse sua mãe,ou seus entes queridos,vc possivelmente e alguem q não esta nem ai para a sociedade,
    belos e malditos e vc como cidadão que se diz...em que País vivemos,se não formos atraz dos direitos de fato,isso continuará aconteçendo,não só com universitarios,mas com toda a massa da sociedade,inclusive com voce.
    vagner dias

    Anônimo says:

    O mesmo não ocorre em outros pontos da cidade.

    Beira Rio por ex. o pau tróia pela madrugada afora.Som automotivo até as 5 da madrugada.Bares abertos.

    15 de Novembro.Crack.Menores.Prostituição.Crimes.Assaltos.Barulho até as 5 da madrugada.Texanas...

    Coronel Manuel Bandeira.Disputa de corrida de carros.Cavalo de pau.Barulho...

    Os moradores ligam 190.A PM não aparece e,quando aparece, a viatura passa lentamente pela balburdia sem tomar nenhuma providência.

    Prevaricam( prevaricar,faltar ao cumprimento do dever por interesse ou má fé).

    Estariam sendo subornados pelos empresários da noite?Recebendo propinas?



    Deveriam ter gasto a truculência por estas bandas, não invadindo domicílio,abusando do poder limitante,agredindo uma estudante e um professor.

    Covardes.Prepotentes.Policiais despreparados que maculam a corporação da qual fazem parte.

    Borduna no lombo desses servidores públicos,pagos pela população.

    Pierre Proudhom

    Anônimo says:

    PM aqui não existe.

    Moradores das redondezas telefonam várias vezes.

    Não há uma noite em que não saia um tiroteio nas portas da Texanas.

    Aqui tem comércio de maconha e crack.Meninas sendo prostituidas.Menores bebendo.Barulho.Acidente de carros.


    A PM aqui não existe.Isso aqui é terra sem lei!!!

    Felício Antonio Nunes(morador local)

    Anônimo says:

    Encerto ponto a pulicia ta certa
    mas nois tem direito de se diverti.
    O plobema é ki os otariu naum gosta de zuada.
    Com nois do son motivu eh diferente nois bota pra quebrá conserteza nas madrugas
    Aqui eh doidera correria total mano
    Kem naum gosta de sonzaum ki bote algodaum nos ouvidus
    fuiiiiiiiiiii
    Tuciname Tremi Terra(o son da nega kabulosa)

    vaguinho says:

    esses dois policiais cabo Di Assis e Soldado Leonardo tem que ser punidos,pois eu estava lá e vi a forma como eles chegaram,verdadeiros terrorista.Acredito que a policia deveria ser para dá segurança e não ofereçer violência,agressão,tortura a pessoas indefesas.

    vaguinho says:

    esses policiais são uns verdadeiros terroristas,eles não serve para proteger a sociedade...

    jordania says:

    eu fui humilhada na minha casa,estou com sentimento de revolta,sou e sempre fui exemplo na minha familia,escola,faculdade,vizinhos,igreja,amigos,diante toda a sociedade.Fui agredida,verbalmente e fisicamente por esses dois Policiais militares,cabo Di Assis e Soldado Leonardo,os quais chegaram na minha casa com toda agressividade,batendo em um dos meus convidados chamando o de vagabundo e batendo no rosto,onde pedi por favor para ele não faser aquilo pois o rapaz não estava falando nada com ele,o Cabo di Assis bateu,empurrou,deu tapas no rosto do rapaz,onde o mesmo já estava agredindo dentro do salão da minha casa,eu entrei no meio pedi tanto para ele,pedi por favor,chorei,mas eles não se humanizaram,estavam como cão raivos,o soldado leonardo entrou na minha correndo para pegar o rapaz,onde eu falei q ele não podia invadir minha casa,quando virei para traz,o cabo Di Assis estava com a arma em punho,para atirar,as minhas palavras foram: "Por favor Baixe sua arma,pois voce não pode invadir minha casa com arma em punho"... após essas minhas palavras ele veio com toda as sua violência,chamando-me de safada,vagabunda...e me dando voz de prissão por desacato a autoridade...essa foi boa,fui humilhada,agredida e ainda fui conduzida a delagia,juntamente com minha mãe,a qual foi empurada e agredida tbem e com meu professor,que foi espancado,pelo cabo Di Assis e pelo policial civil que estava na permanencia do plantão...o qual brincava no google...que Policiais temos?

    jordania says:

    quero justiça,isso não pode ficar assim!
    pq se deixarmos isso no esqueçimento será apenas mais um relato...Cabo Di Assis e Soldado leonardo,eles tem que pagar pelo que fizeram...sei que a lei vai nos ajudar,eu acredito...

    osmarina

    jordania says:

    sou uma mãe de familia,tenho 58 anos nuca fui agredida,fui defender minha filha das garras desses dois policil,que chamaram minha filha de safada, vagabunda,não deixaram eu acudir minha filha que estava desmaiada depois da agressão,me empuraram,estou com ematomas no corpo do empurão que eles me deram que eu cair,morro em imperatriz a mais de 46 anos e não vou me mudar dessa cidades por causa desses dois policiais, cabo Di Assis e Soldado Leonardo,esse cabo Dia Assis nem usava identificação para saber o nome dele.estou indgnada,quero justiça

    osmarina mesquita

    jordania says:

    comandante ZANONI por favor não deixe isso passar em branco e um apelo que faço a você...se há justiça quero que haja justiça.!!

    eu peço encarecidamente,por favor não deixe isso em puni...a sociedade sabe que esse não é o 1° caso,temos casos que foram ao extremo como o caso da morte do Estudante Ivanildo Junior,o qual foi morto por policiais.
    eu tenho apenas 21 anos e tenho um futuro brilhante pela frente,vou ser uma futura Assistente Social,não deixe que tire de mim nem da minha familia esse sonho de mim forma e ser uma profissional competente...
    por favor eu peço eu imploro justiça...

    jordania says:

    "Não há nada mais relevante para a vida social que a formação do sentimento da justiça."

    Cabo di Assis e Soldado Leonardo agindo com terrorismo. policial-herói não é o q agride, tortura e executa, este é + bandido que o bandido.

    jordânia dias!

    Anônimo says:

    "Em um mundo injusto, aquele que clama por justiça é chamado de louco."

    QUE ELES PAGUEM POR SEUS ATOS,CADÊ VOCÊ COMANDANTE ZANONI?NÃO DEIXE ESSES POLICIAIS LIVRES SEM PUNIÇÃO!

    MARIA!

    Anônimo says:

    Vim juntamente com minha familia,esposa,flha,pai da Cidade de Jataí e meu pai de Santa Helena Estado de Goiás, passar Semana Santa com nossos familiares que aqui residem,ficamos muito felizes essa noite,pois a familia estava toda reunida na casa da minha tia,comemorando o seu aniversario de 58 anos,minha vó estava muito feliz,pois tinha ali todos os seus netos,bisnetos filhos ao seu redor,e minha tia a aniversariante,não se continha de tanta felicidade,pois tinha sua familia,amigos,vizinhos na sua comemoração...mas fiquei muito triste com o ato desses dois PM,pois viajei a muitos KM para presenciar fatos horriveis como esses,estou envergonhado por esses policiais,o qual um deles não usava identificação,mas depois foi identificado por Cabo Di Assis e Soldado Leonardo,para vocês sociedade terem noção um dos PM é cabo,uma patente maior o qual lhe dava ainda mais responsabilidade com os atos cometido,voltei para minha cidade com vergonha,decepção,por em pleno anos de 2010 ainda presenciarmos atos como esses de verdadeiro abuso de poder!!!

    Familiar de Santa Helena e Jataí-GO

    observateur says:

    Cinco razões para detestar ser policial militar:

    Razão UM: Queria Deus que eu esteja errado! A pior parte de ser da polícia militar é o militarismo. Em parte porque esse traço sempre representou uma arma contra o próprio militar. O militar é contra tudo e todos, o que não o libera de ser contra si mesmo ou contra seus semelhantes. Nada mais contraditório do que servir ao Estado e tê-lo contra você. Em toda a História da humanidade, não há um único exemplo em que ‘o militar’ tenha agido e não tenha pecado de alguma forma, pelo excesso ou pela falta. A farda tem uma simbologia singularmente paradoxal. É um misto de controle ao outro e autocontrole. O protesto alheio é reprimido pela força policial em defesa do Estado, e este invalida as ações da polícia com base na Lei e contra a própria polícia, que é quem é responsável por fazê-la cumprir; talvez seja essa a razão de o militar não ter vez com o governo. E muito se ouve que o poste não pode fazer xixi no cachorro. E o militarismo amordaça o militar e dilui nele a democracia e – por vezes até – o trancafia atrás das grades como um meliante. O militar tem dois fardos a carregar, a hierarquia e a disciplina.

    Razão DOIS: o povo. A relação da polícia com o povo é como uma faca de dois gumes. Alguém sempre sai perdendo nesse embate. Em meio à população, há de tudo: pais de família, trabalhadores, homens de bem, pessoas de boa índole, estudantes, menores, grupos vulneráveis, doentes e incapazes, e os que reúnem um pouquinho de tudo. Ao que parece, só não tem bandido. Todos, na intenção de demonstrar sua indignação, gritam aos quatros cantos do mundo que não são isto, não são aquilo ou que são assim ou daquele jeito. À polícia cabe a ação. E, se ela não age, erra pois foi chamada para agir e, se não ia fazer nada, para que foi até lá(?); se age, erra também porque exagera. Se não ia dar flores, também não precisava ser grosseiro(!). É chamada para controlar. E quando controla, aparecem especialistas de todas as brechas para criticar. O povo está quase sempre contra, pois é do seu meio que provém toda a mazela da vivência humana. E, quem quer ser a mazela? Quem admite ser pai, mãe de uma ou ser a materialização da mazela? Quem quer ser a ‘pessoalização’ do que é ruim no meio social? Daí a se compreender o porquê da relação pífia entre polícia e sociedade...

    Razão TRÊS: a justiça. Povo, Estado e justiça estão sempre aliados contra a polícia. O judiciário é quase inócuo quando o assunto é o direito do policial nas situações-problema geradas pelo serviço. Não há apoio. Não é feito o mínimo para compreender que quem está em desvantagem no confronto armado contra o crime organizado é o agente, porque tem muito a perder e deve esperar o primeiro tiro (que pode ser fatal) para contra-atacar.

    O povo e o Estado vivem uma relação de amor e ódio. Um mendigando o que lhe é de direito e penando socialmente, e o outro se omitindo quanto ao cumprimento de suas obrigações, das leis que cria para ludibriar o cidadão, desconsiderando sua necessidade.

    O que dizer da Constituição? A justiça, assim como o Estado, depende da polícia para ter suas ações legitimadas; ações judiciais e estatais seriam validadas frente ao povo por quem, senão pela força policial? Porém, nem juiz nem governador veem isso, e – se veem – fingem não ver. Há muito, a polícia não tem o respeito da população, jamais teve do Estado, porque patrão não respeita empregado nem justiça nenhuma comunga com ela. É uma relação triangular contraditória e injusta e a corda sempre arrebenta do lado mais fraco; neste caso, de quem não pode se manifestar porque contraria o regimento.

    observateur says:

    Cinco razões para detestar ser policial militar:

    Razão UM: Queria Deus que eu esteja errado! A pior parte de ser da polícia militar é o militarismo. Em parte porque esse traço sempre representou uma arma contra o próprio militar. O militar é contra tudo e todos, o que não o libera de ser contra si mesmo ou contra seus semelhantes. Nada mais contraditório do que servir ao Estado e tê-lo contra você. Em toda a História da humanidade, não há um único exemplo em que ‘o militar’ tenha agido e não tenha pecado de alguma forma, pelo excesso ou pela falta. A farda tem uma simbologia singularmente paradoxal. É um misto de controle ao outro e autocontrole. O protesto alheio é reprimido pela força policial em defesa do Estado, e este invalida as ações da polícia com base na Lei e contra a própria polícia, que é quem é responsável por fazê-la cumprir; talvez seja essa a razão de o militar não ter vez com o governo. E muito se ouve que o poste não pode fazer xixi no cachorro. E o militarismo amordaça o militar e dilui nele a democracia e – por vezes até – o trancafia atrás das grades como um meliante. O militar tem dois fardos a carregar, a hierarquia e a disciplina.

    Razão DOIS: o povo. A relação da polícia com o povo é como uma faca de dois gumes. Alguém sempre sai perdendo nesse embate. Em meio à população, há de tudo: pais de família, trabalhadores, homens de bem, pessoas de boa índole, estudantes, menores, grupos vulneráveis, doentes e incapazes, e os que reúnem um pouquinho de tudo. Ao que parece, só não tem bandido. Todos, na intenção de demonstrar sua indignação, gritam aos quatros cantos do mundo que não são isto, não são aquilo ou que são assim ou daquele jeito. À polícia cabe a ação. E, se ela não age, erra pois foi chamada para agir e, se não ia fazer nada, para que foi até lá(?); se age, erra também porque exagera. Se não ia dar flores, também não precisava ser grosseiro(!). É chamada para controlar. E quando controla, aparecem especialistas de todas as brechas para criticar. O povo está quase sempre contra, pois é do seu meio que provém toda a mazela da vivência humana. E, quem quer ser a mazela? Quem admite ser pai, mãe de uma ou ser a materialização da mazela? Quem quer ser a ‘pessoalização’ do que é ruim no meio social? Daí a se compreender o porquê da relação pífia entre polícia e sociedade...

    observateur says:

    Quinta e última razão (para não entristecer mais): a valorização. Quanto vale a vida de um juiz? A de um professor? Quanto vale a de um trabalhador da indústria petrolífera, que corre perigo constante de acidente? Quanto valem a saúde e a vida de quem trabalha com radiação e outros produtos químicos? Quanto vale a vida de um político, de um gerente de banco? E a de um policial militar? É certo que definir valor para a vida de quem quer que seja é impossível. É certo também que cada um tem sua parcela de colaboração na construção de uma sociedade justa e ambiente habitável. Mas, o que justifica um juiz ganhar infinitamente mais que um professor? A partir desse questionamento surgirão muitas respostas nas cabeças de todos, que se explicarão com base em fatores como formação, cargo, investimento e etc. Mas, o que justifica tal disparidade? Um juiz é graduado, é doutor, estuda muito e sua educação escolástica teve origem numa escola, reduto do professor, que também é graduado, doutor, estuda muito, lida na relação interpessoal com o alunado e forma cidadãos. O que o faz inferior? Por que um professor pós-doutor (e que forma juizes) não ganha metade do que um juiz?

    No juramento de formatura da polícia, o agente diz defender a sociedade ainda que com o sacrifício da própria vida. Quanto vale esse sacrifício? Um juiz se sacrificaria pelo salário que ganha? E os políticos, se tivessem que morrer em nome do benefício popular, assim o fariam? A valorização da força policial tem que começar na própria instituição, o comando tem que se ater a PESSOA do militar e não com o vinco da farda ou a cobertura. Isso é secundário. A valorização pelo estado e pela justiça é utópica, mas seria a ideal. O povo? Esse nunca vai valorizar quem o reprime. Se alguém invade sua privacidade, logo pensa na ajuda policial; a polícia – nesse instante – é tudo que ela mais precisava. Se protesta, e o governo convoca a polícia; aí o diabo vira anjo e os praças, diabos. E se tornam as mais repugnantes criaturas do mundo. Em suma, o serviço policial é em si contraditório e nunca se ajustarão as relações entre Estado, povo e polícia. A base da valorização do trabalhador é um bom salário, que faça valer o tempo e o esforço que dedica à prática laboral, no caso do policial, que faça valer o risco. Caso contrário, não é justo.

    O que consola é que a fé e a esperança são bases da existência humana. E, queira ou não, o militar é HUMANO, escondido atrás de uma farda (indumentária institucional apenas), mas é humano e também as traz em si, e são elas que os faz continuar, ainda que com todos os impedimentos. E tais virtudes fazem o militar crer que alguém, algum dia, vai ter uma luz e acordar para a sua situação e mudar tudo, para melhor. E ninguém mais vai ter razão para detestar ser da Briosa.

    observateur says:

    Razão TRÊS: a justiça. Povo, Estado e justiça estão sempre aliados contra a polícia. O judiciário é quase inócuo quando o assunto é o direito do policial nas situações-problema geradas pelo serviço. Não há apoio. Não é feito o mínimo para compreender que quem está em desvantagem no confronto armado contra o crime organizado é o agente, porque tem muito a perder e deve esperar o primeiro tiro (que pode ser fatal) para contra-atacar.

    O povo e o Estado vivem uma relação de amor e ódio. Um mendigando o que lhe é de direito e penando socialmente, e o outro se omitindo quanto ao cumprimento de suas obrigações, das leis que cria para ludibriar o cidadão, desconsiderando sua necessidade.

    O que dizer da Constituição? A justiça, assim como o Estado, depende da polícia para ter suas ações legitimadas; ações judiciais e estatais seriam validadas frente ao povo por quem, senão pela força policial? Porém, nem juiz nem governador veem isso, e – se veem – fingem não ver. Há muito, a polícia não tem o respeito da população, jamais teve do Estado, porque patrão não respeita empregado nem justiça nenhuma comunga com ela. É uma relação triangular contraditória e injusta e a corda sempre arrebenta do lado mais fraco; neste caso, de quem não pode se manifestar porque contraria o regimento.

    Razão QUATRO: Os Direitos Humanos. Policial militar é militar, não é humano. Quando começa a vida de militar ainda aluno-recruta, é tratado por bicho. Na intenção de recrudescer a ‘pessoa civil’ para torná-lo ‘um militar de verdade’, o treinamento beira a inconsequência desumana; são pressões psicológicas, situações de estresse físico, humilhações e outras torpezas, buscando preparar o recruta para a vida a pronto, para poder estar frente a frente com o perigo e não amarelar nem colar as placas. O que resulta disso tudo, em alguns casos, se vê pelas ruas e nos noticiários. O militar passa a não ser humano e a viver entre eles. Talvez seja por esse motivo que quando um deles é trucidado, faz-se o enterro, dá-se uma salva de tiros e se põe a farda em outro. Muitas vezes a morte de um agente passa em branco.




    O jornalismo não acha interessante relatar o fato de um qualquer fardado e a serviço do Estado (recebe para isso) ser assassinado, às vezes com requintes de crueldade, e os Direito Humanos jamais se manifestam. Entretanto, se morre um vagabundo, viciado, traficante, ladrão ou assassino, esse logo vira estudante, e o policial bandido fardado. Os Direitos Humanos se põem na defesa do ‘ser humano’, o povo julga a polícia e os juízes batem em seus birôs e proferem falas do alto de suas magistraturas impecavelmente incorruptíveis e condenam a instituição à desmoralização.

    Anônimo says:

    Três crimes foram praticados pelos "defensores da populaçâo", tão mal representada pela PM:
    -invasão de domicílio
    -lesões corporais
    -abuso de poder

    Só faltava darem tiros de bala de borracha e lançarem bombas de gás lacrimogênio como fez a PM de José Serra com os professores de SP.

    Fizeram pior agrediram mulheres e passaram sobre a competência da Magistratura.

    Pierre Proudhon

    Anônimo says:

    Belas palavras Observateur... mas que justamente por serem Humanos é que os policiais não deveriam ter feito ou agido da forma como fizeram e agiram. Como ser respeitado se não respeitar? Abuso de poder não se justifica.

    Meceno says:

    é por essas e outras que vivemos o caos na segurança pública! policiais como esse mancham e ofuscam o corporação, são muito tenazes como o cidadão comum, mas, quando o coro come de verdade se escondem debaixo da viatura com medo do tiroteio e sequer sacam a arma (episódio ocorrido no assalta ao BB em abril de 1997) os advogados da família e do nobre professor saberão ensinar a esses policiais como deve-se agir em casos como esses, acredito que o comando não compactua com essa atitude.

    Meceno says:

    Isnande por favor não poste mais nesta matéria os comentários do Sr. OBSERVATEUR, vamos respeitar a dor dessa família.

    observateur says:

    Meu caro MECENO (talvez o do Graça Aranha, basqueteiro?)um grande abraço em vossa senhoria.

    Pensando aqui com os meus botões da data acima que o nobre MECENO citou, a polícia era bem equipada na epóca? os policiais que estavam na situação eram de aço, para não procurar abrigo antes de sacar a arma?

    Continuo acreditando no trabalho desses profissionais de segurançan pública que enquanto, nós estamos dormindo, eles estão na rua patrulhando e quiçá nem retornem para o aconchego do lar.

    Quando a segurança pública vai mal, como a nossa que se arrasta há anos, o principal culpado é o policial, é assim que eles dizem, tiram o deles da reta para colocar no nosso.

    Triste pelo o ocorrido, solidário com a família e com a verdade.

    Que a verdade reine entre nós,e que não sejam egos feridos.

    P.S. vais me calar nobre blogueiro, acreditas em democracia, em uma imperatriz melhor? um estado melhor? continue emitindo opiniões...não se omita e nem se reprima!

    Anônimo says:

    NAO É EXAGERO,MAS A CIDADE ESTÁ UM CAOS.ESSE CASO NA RESIDENCIA DE JORDANIA NAO É UM CASO ISOLADO,ACONTECE E DE+,OUTRO DIA DEPOIS DO TRABALHO,EU E AMIGAS VISITAMOS UM ESTABELECIMENTO NO BAIRRO BOM SUCESSO.POIS BEM O CASO É Q POLICIAIS ARMADOS HUMILHARAM 3 RAPAZES Q ESTAVAM PROXIMO DA GENTE.ME SENTI MAL EM NAO PODER FAZER NADA PRA AJUDAR ESSAS PESSOAS.NA OCASIAO ENTREVISTEI A COMUNIDADE QUE AFIRMOU SER COMUM NAQUELE BAIRRO O TIPO DE COISA.´´E ELES SAO BEM PAGOS PRA ISSO´´E COM O MEU DINHEIRO....NAO CONHECIA OS RAPAZES.MAS COFESSO FIQUEI COM MEDO DE MORRER ALI VITIMA DESSES TAIS POLICIAIS POIS ELES NAO RESPEITARAM OS DEMAIS QUE ESTAVAM NAQUELA RUA.

    Romenia

    Anônimo says:

    Tem uma boca de fumo e crack na 15 de Novembro, Beira Rio e a polícia não faz nada.

    Funciona nas imediações da boate texanas

    Felício Antonio Nunes (morador local)

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