MANÉ

Enquanto Manoel da Conceição, Dutra e Terezinha continuam em greve de fome, os dirigentes nacionais do partido nada comentam. Para os "Josés" - como chamou Dutra - negócio é negócio, se o partido foi vendido eles precisam entregar o produto. E assim o fizeram. Ainda apareceram alguns para debochar da situação, não sabendo que mesmo com as diferenças políticas, esse é o momento de pelo menos respeitar a tomada de decisão de cada um - isso geralmente parte de quem nunca fez militância política, já que filiação partidária é apenas um ato em busca de futuras posições dentro de futuros governos. Ou seja, quem não tem ideal coletivo se move apenas por seu interesse pessoal, muitas vezes ligado às questões financeiras. Esse é o momento da solidariedade, quem não conhece a história dessas pessoas não tem o direito de reprovar a atitude tomada.

2 Response to "MANÉ"

  1. Anônimo says:

    Professor, interesse coletivo de quem? Manoel tá gagá e tá sendo usando como "bucha de canhão" por um punhado de ex integrantes do corrupto governo do Jackson. Bira do Pindaré, Sílvio Bembem entre outros. Dutra e Terezinha também estavam lá. Então camarada, não venha falar de interesse coletivo porque o que essa galera busca mesmo é o pessoal. Manoel que se ferre, só os cegos não vêem isso!
    Paulo de Assunção - Bacurí.

    Anônimo says:

    “Fui preso novamente, desta vez, ferido na perna direita com cinco balas. Depois de seis dias de prisão, como só passavam mertiolate na minha perna, deu gangrena. A reação foi grande, e então o governador José Sarney mando um avião me buscar no interior e pagou meu tratamento em São Luís. Foi aí que coloquei minha perna mecânica”.

    As aspas são do fundador do PT, Manuel da Conceição dos Santos, que estava em greve de fome há seis dias contra o apoio do PT a Roseana Sarney. A declaração foi feita ao jornal O Estado de S. Paulo, na edição de 12 de março de 1976. Detalhe: o jornal não estava sob censura.

    A entrevista – uma coletiva – foi concedida antes de ele embarcar para o exílio na Suíça, aos 40 anos de idade, depois de ter sido preso quatro vezes pela ditadura militar.

    O próprio regime ajudou Manuel a tirar um passaporte, pois tinha interesse em sua saída do Brasil.

    Desde que os ventos democráticos voltaram a soprar no Brasil, porém, Seu Manuel faz oposição a Sarney

    Do Blog do Jurivê Filho.

    E agora seu Manoel?
    O tempo apagou a sua gratidão?
    Pedro Alencar

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