sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

TEM QUE TER CORAGEM

A diferença entre Peito e Culhão:
PEITO  é chegar em casa tarde da noite, após uma balada com os
amigos, e ser recebido por sua mulher segurando uma vassoura, 
e  "ter peito" de perguntar:
 - Ainda está limpando a casa, ou vai voar para algum lugar?
 CULHÃO  é chegar tarde da noite em casa, após uma balada com os
amigos, cheirando a perfume vagabundo e cerveja Skin, batom no colarinho, e  "ter
culhões" de dar um tapa na bunda da sua mulher e dizer:
 - Você é a próxima, gorducha!
Contribuição: Francisco Barros.

RILDO AMARAL E O TSE

Segundo informa o blogue do companheiro Wílson Leite, o TSE teria confirmado a cassação do mandato de vereador Rildo Amaral-PV, em função de falha na prestação de contas, no pleito de 2008, em que saiu vencedor na disputa por uma vaga na CMI. Segundo a decisão, o vereador teria ainda seus direitos políticos suspensos por 04 anos. Leia mais detalhes no link abaixo.
http://blogwilsonleite.blogspot.com/2011/02/agravo-de-instrumento-e-negado-pelo-tse.html

CUIDADO COM A DENGUE!!!

A população de Imperatriz vive dias de preocupação extrema em função dos casos de dengue observados e das ocorrências também de casos de dengue hemorrágica. Um professor da rede particular foi internado em estado grave na UTI do Hospital São Rafael, depois de passar pelo Hospital UNIMED e ser dispensado pois, segundo o médico, seu caso seria "uma simples virose". Ação, urgetemente, precisamos de ação. Campanhas não bastam, a secretaria de saúde precisa colocar agentes de endemias nas ruas e eliminar os focos do mosquito transmissor.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

RETRARTE - COLETIVO FOTOGRÁFICO


O coletivo Retrarte é resultado do I Curso de Fotografia Básica para Câmeras Digitais, promovido pelo SENAC - Imperatriz e ministrado pela fotógrafa Vanusa Babaçu. A esxposição conta com trabalhos dos alunos e se chama "Fragmentos de cada um de nós" e poderá ser vista até o próximo dia 28 de fevereiro, na sede do SENAC, no centro administrativo da cidade - em frente ao Fórum. Imperdível. Entrada grátis.

CARNAVAL DE RUA

Bloco do Imprensa homenageia Luis Brasília e faz ensaio geral próximo domingo
No próximo domingo (19) jornalistas, radialistas e comunicadores em geral reúnem-se a partir das 13h para o ensaio geral e lançamento da marcha do Bloco do Imprensa. Este ano o lema do bloco é: De Brasília a Imperatriz, a Arte Nativa do Luís, uma homenagem ao grande Luís Brasília produtor cultural falecido no último dia 14 de fevereiro. O ensaio geral vai ser no Boteco do Frei, na segunda subida da Beira Rio pra XV de Novembro.
A marcha foi composta em tempo recorde pelo poeta, cantor e compositor Zeca Tocantins, um amigo de longas datas do Luís Brasília. Até domingo deve ser concluída a gravação da marchinha em estúdio, nas vozes do próprio Zeca Tocantins, Neném Bragança e Lena Garcia.
De acordo com Marcos Franco, um dos idealizadores do Bloco do Imprensa, o lema deste ano não poderia ser outro. “A homenagem ao Luís Brasília é óbvia, evidente, principalmente em se tratando de uma tentativa de resgate de nossa cultura, dos blocos de rua com marchinhas carnavalescas”, explicou.
Este é o segundo ano do Bloco do Imprensa. No ano passado a concentração foi no bar de Seu Olímpio (rua XV de novembro) e o bloco percorreu o centro velho da cidade, indo até a praça de Fátima. “Este ano vamos concentrar no Boteco do Frei e sair pelo centro velho, passando pela praça da Cultura e indo até a praça da Meteorologia”, disse Samuel Souza, outro dos organizadores da folia.
Ao contrário do que sugere o nome, o Bloco do Imprensa não é restrito aos profissionais da área, mas apenas organizado por eles. Para participar, basta fazer a inscrição e levar dois quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados este ano para a Vila João XXIII, que cuida dos hansenianos. As inscrições podem ser feitas no Boteco do Frei a partir do próximo domingo e dão direito à camisa do bloco e cerveja. Tanto as camisas quanto a bebida são doadas pelos veículos de comunicação.

DOUTOR AMBRÓSIO


Doutor Ambrósio - Zeca Tocantins
Carnaval 2011

ENSINO MÉDIO - SOBRAM VAGAS

As escolas estaduais localizadas no centro da cidade enfrentam um problema que se agrava a cada ano: A falta de alunos no Ensino Médio. Escolas tradicionais como Amaral Raposo, Dorgival Pinheiro e Graça Aranha não conseguem preencher as vagas oferecidas, ou seja, sobram vagas e faltam alunos. O caso do Dorgival Pinheiro é emblemático, das 1200 vagas oferecidas para 1º, 2º e 3º ano, apenas 500 foram preenchidas. Enquanto isso, na Vila Lobão as escolas estão com as matriculas encerradas por falta de vagas e as turmas foram preenchidas com um número muito grande de alunos. Assim também ocorre nas escolas estaduais do Grande Santa Rita, matriculas encerradas e turmas lotadas. A solução? Segurança e transporte para o trabalhador poder estudar nas escolas desocupadas no Centro da cidade.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

PREFEITO NEGA PERSEGUIÇÃO

Em contato com o blogue, o prefeito Sebastião Madeira negou de forma peremptória que exista uma orquestração do seu governo para atingir o autor desse blogue, "se houver alguma ação na justiça, essa será uma ação isolada, individual e pessoal de algum membro do governo". Quanto ao processo de demissão aberto contra minha esposa, ele disse que solicitou "esclarecimentos ao secretário de administração", e que desconhece qualquer ação no sentido de prejudicar quem quer que seja. Madeira, sempre antenado nas notícias da cidade, disse que tomará providências quanto à ação dos seus subordinados.

PERSEGUIÇÃO E INTIMIDAÇÃO I

Além de ação movida contra mim pelo superintendente da defesa civil, em que o moço se sente ofendido pelo que aqui foi publicado e pede indenização por danos morais, o governo do prefeito Sebastião Madeira perpetrou também uma ação indireta contra mim: pasmem os senhores, mas a Procuradoria do Município de Imperatriz abriu um processo de demissão do serviço público municipal contra Sidilene Silva Barros, que nada mais é do que Dona Sidinha, minha esposa. Ou seja, estão querendo demitir a minha esposa do serviço público apenas para me atingir. Agora eu vou contar a maior: Sidilene Silva Barros, não trabalha no magistério municipal desde que foi acometida de doença gravíssima, em julho de 2006 e virou uma beneficiária do INSS. Ou seja, tentaram me atingir e falharam feio, foram extremamente incompetentes e me deram a possibilidade de mover uma ação por danos morais contra a PMI, contra o prefeito e contra os dois secretários envolvidos na ação. Isso é determinação sua, senhor prefeito? Ou aquele que tudo deveria ouvir decidiu continuar sua sanha perseguidora contra mim e o senhor não consegue controlá-lo? 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

JOMAR INOCENTADO

Anulada sentença que condenou ex-prefeito de Imperatriz por improbidade



Desembargador Paulo Velten foi o relator

A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) deu provimento, nesta terça-feira, 15, a recurso do ex-prefeito de Imperatriz, Jomar Fernandes Pereira Filho, e anulou sentença de condenação, por ato de improbidade, pela Justiça de primeira instância. Com a decisão, os autos do processo serão devolvidos ao juiz de 1º grau, para que seja dada oportunidade ao ex-gestor público de apresentar defesa preliminar.
A sentença do juiz Marcelo Baldochi, em fevereiro de 2010, suspendeu os direitos políticos do ex-prefeito por três anos. O magistrado também aplicou multa de cinco vezes a remuneração atualizada que Fernandes recebia quando era prefeito em 2004, além de restituição ao erário da quantia atualizada, com juros e correção monetária, de R$ 20.413,88, referente a valores descontados de servidores e não repassados a uma seguradora.
O desembargador Paulo Velten entendeu que não foi assegurada ao ex-prefeito a possibilidade de defesa preliminar. Relator do recurso, votou pela anulação da sentença anterior, mas com aproveitamento da contestação apresentada por Fernandes nos autos como defesa. A desembargadora Anildes Cruz acompanhou o entendimento do relator, contrário em parte ao voto do desembargador Jaime Araújo, que pleiteava a anulação de todo o processo.
CONVÊNIO – O município de Imperatriz propôs ação civil de reparação de dano e ação de improbidade administrativa, por considerar que o ex-prefeito firmou convênio com uma seguradora, mediante desconto na folha de pagamento dos servidores, e não repassou à empresa credora os valores de julho a novembro de 2004. O contrato facultava aos servidores a concessão de seguro de vida e prestação de serviços de consultas médicas, exames laboratoriais e farmácia.
A defesa do ex-prefeito confirmou que o valor não foi repassado, entretanto disse ter sido consignado pela prefeitura, ao final do exercício de 2004, como “restos a pagar”, o que não configuraria o desvio de recursos. Apesar de não especificar o motivo real de o valor não ter sido repassado no caso, citou outras situações em que, às vezes, a empresa não reúne condições de receber, seja por falta de uma certidão ou outro fator.
Paulo Lafene
Assessoria de Comunicação do TJMA
asscom@tjma.jus.br
(98) 2106-9023/9024 

RILDO RASGA O VERBO

A atitude do vereador Rildo Amaral -PV, que rasgou na tribuna da Câmara Municipal um parecer do assessor jurídico da casa de leis - o advogado José Lamarck - já causou muita polêmica e acalorados debates no blogues da cidade. Lendo as notas postadas nos blogues e jornais, a grande maioria dos comentários feitos, foram favoráveis à atitude do vereador. Eu mesmo postei um comentário no blogue do Holden Arruda, defendendo a atitude do vereador, que exerceu sua capacidade de indignação, seu direito de protestar contra aquilo em que não acredita e contra o que não concorda. Sua omissão seria verdadeiramente contestada. Rildo Amaral combateu no campo ideal, no plenário da Câmara Municipal de Imperatriz - o espaço público e democrático onde devem ocorrer as discussões sobre o destino da nossa terra. Mais detalhes, acesse o link abaixo.
http://arrudaholden.blogspot.com/2011/02/rildo-amaral-projeto-de-isencao-de-taxa.html

CHUVA INTENSA

Imperatriz foi banhada na noite de ontem. Mas foi um banho de verdade, uma chuva de mais ou menos 40 minutos, muito intensa, deixou ruas alagadas, aumentou os buracos antigos e abriu novas crateras nos bairros e no centro da cidade. Fiquei surpreso com a quantidade de água despejada sobre a nossa precária infraestrutura urbana. Os relatos de hoje são de casas invadidas pela água, de calhas que não suportaram o volume de água, goteiras, baldes, bacias... E parece que hoje tem mais, pois esse sol que brilhou até agora foi só para nos enganar. A chuva chegou para ficar e até o mês de abril ainda teremos muito chão. 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

TECIDINHO ADIPOSO

Ele tinha adoração por gordinhas. Mas não qualquer gordinha, só aquelas cinturadas e com o resto das carnes farto. As muito gordas ele abominava, as sem cintura também, dizia que ambas perdiam a feminilidade, que pareciam pinos de boliche.
Quando encontrava uma gordinha da sua pontuação, seguia. Se estivesse de ônibus, descia. Se estivesse na rua, andava horas atrás dela, se esquivando em paradas, em bancas de revista, por trás das árvores e das pessoas. Não a deixava perceber que uns olhos cobiçosos a fitavam, de longe ou de perto. Se estivesse num shopping, ia olhando vitrines infinitamente, com ar de interessado e seguindo a sua presa com o canto do olho.
Era implacável e persistente na conquista. Dava um jeito de se aproximar, às vezes esbarrava de propósito com mil perdões, já emendando um papo para conseguir o celular ou o email, essas coisas. Se percebesse algum amolecimento, convidava pra um café, um lanche, um sorvete – nunca um chope, achava que o chope era muito íntimo, coisa de segundo encontro ou mais pra frente, a depender da resistência. Tinha cuidados ao se aproximar, a cidade estava muito perigosa e cheia de marginais e tarados, algumas lhe diziam depois para justificar porque não lhe deram confiança à primeira vista. Ele sabia esperar o momento certo da investida, tinha aprendido depois de anos a fio de ações malsucedidas.
Matias viu Luciana, pela primeira vez, no supermercado, na seção de congelados. Fazia três anos já, mas ele se lembrava nitidamente: a imagem lhe ficou como as daquelas mulheres das propagandas de cerveja. Estava com uma calça jeans meio esbranquiçada, pelo tempo ou pela moda mesmo, justa, uma camiseta azul com uma frase em inglês que ele não entendeu e sandálias. Pelo traje, devia morar por ali mesmo, porque presumiu que não sairia de casa para muito longe vestida assim. Cabelos longos e claros, pele também clara, olhos castanhos e seios fartos, o que ele percebeu depois de ficar na sua frente com a desculpa de pegar uma bandeja de filé de peito de frango (‘posso?’. Ela balbuciou um ‘à vontade’ sem olhar para ele, mais interessada em procurar o preço do nugget. ‘Obrigado’, ele emendou e ela fez que sim com a cabeça, depois saiu.). Ele a seguiu longamente com os olhos pelo supermercado, ela parecia sem pressa e passeava pelas seções: molhos, material de limpeza, sucos, enlatados. Não tinha carrinho, mas uma cesta que ia enchendo pacientemente. Matias era funcionário de uma marca de leite em pó, daqueles que ficam nos estabelecimentos arrumando as prateleiras, verificando estoques, vendo se o dono está atento às promoções, se o produto está bem visível. Esperou que ela fosse à seção do seu leite, mas ela não foi. Assim ficava difícil atalhar com uma conversa despropositada. Demorou o quanto pôde no supermercado, até o limite do prejuízo da sua rota de atendimentos. Luciana não tinha a menor pressa, parece. Ele pegou o capacete e saiu, olhando para trás.
Matias amou Luciana desde aquele primeiro encontro. Voltou muitas vezes àquele supermercado, deu com ela uma segunda vez, agora de saia, blusa preta, sapato alto (o que a deixava da altura dele), maquiada. Ia ou vinha do trabalho, era uma da tarde. Desta vez, esperou que ela saísse, viu o prédio onde entrou e marcou o apartamento. Era mesmo perto, como supunha. Dali a três dias, com a desculpa de procurar aluguel, foi ao prédio e conseguiu ver, na caixa do correio, o nome completo dela. Com o nome na memória, procurou-a no orkut, no facebook, achou, mandou convite, que ela nunca aceitou.
Ficou sabendo, no supermercado, que ela trabalhava numa butique do centro. Uma franquia de roupa de madame. Ficou de ir lá, foi, ela não estava. Tinha ido fazer uns pagamentos, ouviu a colega comentar. Na esquina da loja, já de capacete na cabeça, viu-a do outro lado da rua. Contornou, eufórico, o quarteirão, procurando uma desculpa pra entrar de novo na loja. Ia dizer que achava que tinha esquecido o celular.
- Desculpa, eu vi você no supermercado, um dia desses.
- Acho que foi mesmo. Eu vou sempre lá. 
- Eu entrego leite em pó pra eles (e apontou pra logomarca do leite no bolso da camisa grená). 
- Ahhh! Mas esse seu leite é bem carinho, viu?
- Mas é bom...
- Hum...mas tem melhores e mais baratos (falou, espirituosa; ele gostou do gracejo, podia facilitar uma aproximação...)
- E aí, achou o celular? Perguntaram lá de dentro, e a voz vinha se aproximando.
- Não, acho que devo ter deixado no comércio ali atrás, vou ver. E saiu, não antes de apertar a mão de Luciana, sorrir e dizer que esperava encontrá-la no supermercado mais vezes (‘eu tô sempre lá’, disse já perto da vitrine).
Um dia, Luciana recebeu uma caixa de leite em pó em casa. Uma caixa grande, duas dúzias  de latas, com um bilhete: “Talvez você mude de ideia quanto ao preço, depois de provar o sabor.” E um número de celular no outro lado do pedaço de folha chamex. 
Ela não ligou no mesmo dia, nem nas próximas semanas. Matias já tinha esquecido o episódio, quando seu celular tocou tarde da noite. Era ela pra agradecer.
- O leite é bom mesmo, viu? Eu estava errada na minha avaliação. Mas foi preciso comer um monte de lata pra me convencer...
- Era essa mesmo a intenção, ele todo solícito.
- Eu ia ligar antes, mas não deu.
- Ok. Ele não ia perguntar por que.
- Meu noivo chegou de viagem e passou esses dias aqui.
- Ah, ele disse entre surpreso e pesaroso. Não sabia que era noiva. 
- É porque não uso aliança. Decidimos não usar, somos contra essas convenções.
- Mas é pra agora? 
- Sim, final do ano. Ele está vindo pra cá, transferido do emprego.
- Hum...
- Bom, obrigada, de novo, pela caixa, tive de dividir com os vizinhos e o porteiro pra poder dar conta de tudo. Mas valeu a pena.
- Ok. 
- A gente se vê por aí.
- No supermercado, é mais provável.
- É, lá.
- Olha, eu gostei de você desde a primeira vez que te vi,  Matias falou num impulso.
- Eu sou noiva, cara. Sem chance.
- Ok.
Luciana desligou o celular antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa. Se tivesse continuado na linha, talvez o ouvisse confessar que, na verdade, tinha ficado hipnotizado por ela naquela gôndola de frangos congelados, que pensava nela todos os dias, que uma ou duas vezes tinha sonhado com ela, os dois na cama, ela nos braços dele gemendo e lhe dizendo coisas amorosas ao ouvido, que tinha acordado todo lambuzado nessas ocasiões, que ele casaria com ela, se ela quisesse deixar aquele noivo.
Uma terceira vez Matias viu Luciana no supermercado, dois dias depois daquele telefonema. A mesma roupa da segunda vez, indo para o trabalho – pois ela lhe disse, naquele encontro da loja, que só trabalhava à tarde, ‘horário corrido’. Estava com um pacote de macarrão na mão e escolhendo um molho de tomate. Um rapaz ao lado. Ele a viu da saída, ficou parado observando e, quando o rapaz pôs o braço sobre o ombro dela, ele se foi.
Mesmo noiva, Matias não conseguia deixar de pensar e desejar Luciana. Passava de moto na loja em que ela trabalhava, ficava parado, discretamente, na porta do cursinho em que estudava  (descobriu que ela estava estudando, à noite, pra concurso), passou a ir com mais frequência ao supermercado para ver se, ‘coincidentemente’, cruzava com ela, ficava ‘de plantão’ perto do prédio para vê-la chegar ou sair de casa. 
Um dia o telefone dele tocou. Era Luciana. Com a voz embargada, talvez pelo choro, Luciana o convidou pra sair. Sim, naquela hora mesmo – ela disse, justificando a surpresa dele por serem duas da manhã. Ele poderia passar ‘agora’, que ela já estava pronta.
Ele passou. Luciana desceu de jeans, uma camiseta preta com a cara do Lennon e all star. Ele lhe deu o capacete, ela subiu e os dois partiram. 
- Pra onde?
- Pra onde você quiser.
Foram pra uma lanchonete ali perto. Ela contou que o noivo tinha ‘terminado tudo por email’, que descobriu que ele tinha outra na cidade onde trabalhava, que ele era um ‘idiota covarde’ e mais um monte de coisas. Chorou. Matias não dizia nada, só escutava Luciana falar. 
Na porta do prédio, quando Luciana já estava sem capacete, Matias disse ‘Eu te amo’. Luciana ficou atônita e ele se foi, fazendo o motor da moto roncar alto.
Três anos Matias dedicou-se a amar Luciana, para agora estar com ela ali, nua, ressonando ao seu lado, ele podendo, com calma e com senso de propriedade, acariciar todo o tecidinho adiposo dela em total harmonia, para nunca mais desejar mulher alguma.
Da lavra do professor Marcos Fábio.

MORRE LUÍS BRASÍLIA

Morreu, na madrugada desta segunda-feira (14), vítima de falência múltipla dos órgãos, o produtor cultural da Mirante FM, Luís Bezerra da Silva Filho, 53 anos, popularmente conhecido como Luís Brasília. Ele deu entrada no último dia 7 de fevereiro, no Hospital das Clínicas, no município de Imperatriz, com dores no fígado e, ao se submeter a exames, foi constatado cirrose hepática. O quadro se agravou na sexta-feira, dia 11. Luís Brasília foi conduzido inconsciente para a UTI do hospital e morreu por volta da 1h da manhã.
Com texto do Imirante.
Que Luís Brasília tenha muita luz e paz na eternidade.

SHOPPING BEIRA RIO

domingo, 13 de fevereiro de 2011

PRESIDENTA???

A presidente do Brasil prefere ser chamada de "presidenta". Lendo o blogue do professor Vilson Santos, encontrei a discussão sobre o tema do tratamento que dever ser dispensado à nossa autoridade máxima. Pelo que ficou claro, a denominação presidenta não existe - o caso foi tratado de forma jocosa por especialistas na nossa língua. Leia o texto e entenda o fundamento da questão - não deixe de ler os comentários.
http://vilsonsantos.blogspot.com/2011/01/presidenta-polemica-esta-estabelecida.html

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

CARNAVAL 2011 - LANÇAMENTO

A Fundação Cultural de Imperatriz, apresentará hoje a programação oficial do Carnaval 2011. O presidente da FCI e Secretário de Comunicação, enviaram convites aos jornalistas e blogueiros da cidade. Agradeço aos amigos Lucena Filho e Élson Araújo pelo convite. A festa promete, e em 2011 esperamos que os turistas venham, invertendo essa tradição do imperatrizense brincar fora de sua terra. Mais detalhes sobre o evento, veja no Kamaleão.com.
http://imperatriz.kamaleao.com/blog/2011/02/11/carnaval-2011-de-imperatriz-sera-apresentado-hoje-/

CARNAVAL DAS ESTRELAS

A Loja Maçônica União e Fraternidade, situada no bairro Juçara, na Rua Alagoas, 240 realizará na noite do sábado dia 12/02/2011, às 22 horas um baile carnavalesco intitulado "Carnaval das Estrelas". A festa promete ser muito animada com a presença dos maçons e famílias convidadas. O ingresso custa apenas R$ 10,00. Os interessados, entrem em contato com os membros da loja. Eu já comprei os meus, com meu amigo Carlos Aírton. A festa será muito boa.

QUADRA DO PLANALTO


Morador do Jardim Planalto nos enviou esse vídeo, onde é mostrado o terreno onde existia uma quadra de esportes e será construída uma escola de Educação Infantil, com verba federal alocada pelo Deputado Cléber Verde. A pergunta feita pelo morador, é pertinente: precisava destruir a quadra para fazer a escola se tem tanto terreno em volta?

CARROS NA PRAÇA DE FÁTIMA

Exposição de veículos de luxo na Praça de Fátima - no coração da cidade. Algo sem sentido, pois se fossem vendedores de panelada viraria caso de polícia. Se eu fosse um empresário desse porte, alugaria o Centro de convenções e faria uma grande exposição. Empresário já gosta de um local público.